Carros do cinema para mundo real

Confira uma galeria de carros que fizeram sucesso no cinema. Estes carros não são réplicas, são os que foram realmente utilizados nos filmes.

Ford Mustang de Corrida Mortal

Corrida da Morte – Ano 2000

Aston Martin DB5 1964 dos filmes de James Bond

Batmóvel do Tim Burton

Velozes e Furiosos

Batmóvel do Joel Schumacher

DeLorean DMC 12 de De Volta Para o Futuro

Transformers Bumblebee Camaro

Fusca 1962 de ‘Se Meu Fusca Falasse’

The Hannibal 8 de A Corrida do Século

Gran Torino

Charger 1969, intitulado General Lee de Os Gatões

Cachorromóvel de Debi & Lóide

Corvette Summer – 1973

Cadillac Miller-Meteor Ambulance de Os Caça-Fantasmas

Fotos – MiniLua.com

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Giga Pudding!

Outro dia, estava eu vendo vídeos no YouTube, quando me deparei com esse vídeo do Giga Pudding.

Parece um simples comercial de pudim, mas quando você ver o vídeo mudará de idéia, e a musiquinha ficará na sua cabeça por um bom tempo. Sem contar que, como eu, você pode ser contagiado pelo comercial e ficar com vontade de comer GIGA PUDDING.

PUDI, PUDI, PUDI, PUDI……!

Japonês inventa cada coisa!

Meninos sem video game dá nisso!

É gente, ta na hora de jogar fora os PS3, PS2, XBOX, Wii e outras coisas da sala. hehe

As séries na Tv Aberta

Não vou negar, esse é um post  de protesto galera. Protesto contra algumas TVs abertas que não se preocupam com os desejos de seus telespectadores e seguem um padrão muito comercial, com medo de arriscar, ou quando arriscam arriscam errado.

Um belo exemplo disso é de como elas lidam com as grandes séries em sua grade de programação, isso é, quando se tem alguma não é?

Pra começar, não podemos tentar acompanhar nenhuma série que é transmitida, se não ficamos frustrados!

Cada dia estão em um horário diferente e quando começa a esquentar a trama, ela volta pra primeira temporada. O Sbt é “ninja” em fazer isso!

Segundo seu slogan, a TV mais feliz do Brasil, é a que mais frusta seus telespectadores quanto a grade de horário, (mas isso é pauta pra outro post), quem ai já está cansado de assistir “Eu a patroa e as crianças?”Ah! Gosto da série, mas já deu fruto, ou então pelo menos traga alguns episódios novos pra galera, aproveita que agora não precisam pagar mais o salário da Hebe e comprem uma nova temporada.

Eu, juro que tentei acompanhar Supernatural no SBT, mais uma tentativa frustrada, alguns otimistas vão falar: “Ah, eles estavam passando a quinta temporada”.Mas ja entrou em estado de “Reprise”.

Podiam simplesmente alegar que não tem dinheiro para comprar a temporada, que não podemos duvidar, pois o Sílvio ando com uns problemas financeiros por ai, mas vou dar uma solução pra galera, junta um “money”, guarda no porquinho e no fim de cada ano, vocês peguem pra investir em séries. Que tal?

Mas vamos analisar outro caso: Two and a Half Men!

Alguém ai sabe que ela passa no SBT de madrugada? Puts é sim, de madrugada.

É uma grande série e os malucos preferem transmiti-la em um horário em que ninguém assiste. Pelo menos dava pra colocar no horário do Ratinho, ficaria bem melhor.

A minha esperança de ver as grandes séries da TV fechada era a rede Record, que foi por água a baixo logo depois que ela resolveu investir em séries próprias. Ou seja, gastando dinheiro com roteiros ruins e um produto final de baixa qualidade.

Pra não dizer que ela tem uns seriados gringos, ela passa la umas reprises do CSI, do House, entre outras que já nem sei mais.

Ah, não podemos esquecer de “Todo mundo odeia o Chris”, que já to começando a odiar de verdade, ou será que eles querem usar a série para ser o “Chaves” da emissora?

Essa bagunça que eles fazem com as séries é um desrespeito  com todos os fãs e com todos que assistem a TV brasileira, mas até quando isso vai continuar? Quando eles vão começar a agir com coerência e ir até o final pelo menos uma série que começam a transmitir? O que podemos fazer pra mudar isso?

São perguntas retóricas, mas caso alguém queira respondê-las, nossos comentários estão abertos a todos.

Morro com esse vídeo ksoakso

Ta aí uma coisa que eu nunca imaginei encontrar em vídeo, ainda mais do McFly!

Nunca imaginei que veria o Harry dançando BONDE DO TIGRÃO. Realizei meu sonho, posso morrer em paz ÇXDFOIGHLIDFUHGXILDUFGHIDG

King Kong! O primeiro Post de 2011!

Oi gente! Primeiro post do ano! Uhu.

Eu estou de férias no Mato Grosso ;x Sem nada pra fazer passo os dias inteiros vendo filmes, e pra começar o ano, vamos falar de um assunto que eu realmente amo; CINEMA!

Hoje eu e minha tia estávamos assistindo King Kong o remake feito em 2005.E eu amo ele, sempre acabo chorando no final Smiley chorando 

Então vamos começar com uma crítica Alegre

Peter Jackson é o cara! Depois de todo o trabalho que teve para levar a trilogia do anel de Tolkien para as telas, resolveu encarar mais um projeto de proporções gigantescas ao invés de descansar: a segunda refilmagem do clássico King Kong, do longínquo ano de 1933 – o primeiro remake, de 1976, dirigido por John Guillermin e com elenco encabeçado por Jeff Briges e a estonteante Jéssica Lange estreando nas telas, era um horror.

Era o projeto dos sonhos de Jackson, que desde criança tinha certo fascínio pela história do gorila que se apaixona por uma bela loura e acaba destruindo parte de Manhattan. Jackson inclusive chegou a desenvolver o projeto para a Universal na década passada, mas como ainda não tinha o prestígio que tem hoje e com o fracasso de Os Espíritos no cinema, sua primeira incursão no esquema hollywoodiano, acabou tendo que adiar seu sonho.

Eis que sua vida mudou quando ganhou um monte de dinheiro com O Senhor dos Anéis, além de várias estatuetas douradas. De cineasta semidesconhecido a rei neozelandês do cinema, o cara finalmente foi convidado a retomar o projeto do gorilão pela Universal, só que dessa vez com todas as regalias merecidas – e um salário recorde de vinte milhões de dólares!

Com a mesma equipe do projeto anterior, Jackson começou a desenvolver o projeto – e há males que vêm para o bem: o roteiro que ele tinha em mãos na década de 90 era infinitamente inferior ao que escreveu agora, junto a Philippa Boyens e sua esposa Fran Walsh, seu braço direito. E os três fizeram um trabalho digno da produção clássica da RKO: o novo King Kong é um trabalho fenomenal.

Claro que o dinheiro ajudou muito: com um orçamento astronômico de 207 milhões de dólares (que inclusive estourou os 175 milhões de dólares previstos inicialmente), Jackson pôde trabalhar como quis, e por isso mesmo cometeu exageros que à primeira vista assustam como, por exemplo, as mais de três horas de duração. Quando essa notícia foi divulgada, começaram as especulações sobre um cineasta sem limites sobre o próprio ego. Pior ainda quando foi divulgado o primeiro teaser, que mostrava que o cineasta ia ser fiel mesmo ao original, inclusive trazendo novamente os dinossauros, que atualmente poderiam ser considerados fantasiosos demais para nossa cínica época (um problema que a refilmagem de Guerra dos Mundos, de Spielberg, enfrentou).

Mas Jackson surpreendeu e provou ser lúcido o bastante para entregar outro filme grandioso, no melhor sentido da palavra. Tudo o que está na tela merece estar ali, ponto final. Cada minuto é bem aproveitado e todo o dinheiro gasto na produção é visto na tela, coisa difícil no cinema atual. A produção do filme realmente foi esmerada, porque tudo na tela é lindo: desde a reconstituição de época (a história se passa em 1933, como no filme original) até os efeitos digitais de última geração.

A estrutura narrativa do filme original, em três atos distintos, é mantida. Com poucas intervenções, claro, para tornar o filme mais dinâmico e apto para as platéias atuais, ávidas por cenas de ação de tirar o fôlego – e o filme oferece isso de forma espetacular. Aliás, há muito tempo não aparecia um filme-pipoca tão merecedor do nosso parco dinheirinho. E só de lembrar que o último monstrengo que apareceu nas telonas foi o canhestro Godzilla… Rolland Emmerich tem muito o que aprender.

O filme se inicia apresentando-nos Ann Darrow (Naomi Watts, impressionantemente bela e vigorosa), atriz de teatro de vaudeville que, assim como quase toda a população americana daquela época, está faminta e sem emprego. Quando, em um momento de desespero, rouba uma maçã e acaba sendo flagrada, é salva pelo cineasta Carl Denham (Jack Black), que vê na moça as características ideais para encarnar a musa de seu novo filme, que está por um fio. A moça é convencida a entrar na produção quando descobre que o roteirista do filme é o famoso Jack Driscoll (Adrien Brody, apagadíssimo), e embarca no navio S.S. Venture para as filmagens na desconhecida Ilha da Caveira, junto a outros integrantes da produção, capitaneados pelo bravo comandante Englehorn (Thomas Kretschmann).

Só que a equipe não contava que a ilha fosse muito mais inóspita do que eles esperavam. Logo deparam com uma selvagem tribo local que os atacam, raptando Ann para servir de oferenda ao deus local, o Kong (o gorila só aparece com mais de uma hora de filme, uma estratégia acertadíssima para aguçar ainda mais a curiosidade do espectador). Enquanto o restante da tripulação do barco tenta sobreviver aos ataques da tribo (e Jack Driscoll se torna um herói atrás de Ann), dos dinossauros que surgem em cena e de outros animais tão apavorantes quanto (Jackson fez questão de incluir uma cena que foi cortada do filme original e que provavelmente está perdida para sempre – aquela em que eles são atacados por aranhas e outros bichos nojentos), Ann acaba desenvolvendo uma afeição pelo Kong, que a salva de perigos (ele inclusive trava uma batalha sangrenta com um tiranossauro rex para entrar na história).

Aliás, Jackson não tem pudores em mostrar corpos sendo devorados, sangue e outras atrocidades – e para isso serve o elenco de apoio, desperdiçando nomes como Jamie Bell, Colin Hanks, Evan Parke entre outros, um dos poucos pecados do filme.  O maior deles, talvez, seja a pouca exploração do relacionamento entre o gorila e Ann nesta segunda parte do filme,

já que eles quase ficam em segundo plano, já que o foco da ação se concentra nas desventuras dos outros tripulantes pela ilha. Não chega a ser grave, já que Jackson explora bem-vindos momentos cômicos que funcionam perfeitamente e arrancam gargalhadas da platéia, e que dão uma leveza necessária ao filme. Aliás, o que não falta ao filme é o bom humor, também bastante explorado com Jack Black soltando as melhores tiradas do longa.

Quando Ann é resgatada e o gorila capturado para servir de atração em Nova York (em uma das poucas cenas mal resolvidas), o filme parte para o aguardado terço final, onde Kong foge do cativeiro em pleno espetáculo e parte para a destruição em massa atrás de sua musa, culminando na clássica cena da subida dele no prédio Empire State. É quando Ann descobre que é muito melhor estar apaixonada por um gorila gigante que por Adrien Brody. Ela, definitivamente, não é boba. Nem Peter Jackson, que finalmente pôde realizar o seu projeto de infância. E quem ganhou fomos todos nós, que finalmente podemos ver um blockbuster com B maiúsculo.

O Verdadeiro Significado do Natal…

                               

O Natal é a data mais festejada do cristianismo. Ninguém consegue fugir do Natal, nem mesmo os ateus. Quando pensamos em Natal, a primeira coisa que geralmente vem a nossa cabeça é a estrebaria e a criança na manjedoura. Mas isso é apenas um fragmento do que aconteceu naquela ocasião, porque o Natal, significa muito mais do que isso. Cristo, o Filho de Deus, teve de tornar-se um homem.

Ele começou a Sua vida como todos nós: Ele nasceu num mundo perdido. Ele não teve nenhum lar seguro, pois pobreza, inquietação e fuga caracterizaram os primeiros dias da Sua vida. Com Ele aconteceu exatamente o mesmo que ocorre a milhões de pessoas em nossos dias. Jesus foi homem como nós. Esta é a verdade sóbria do Natal. Mas a mensagem do Natal é o esplendor da glória de Deus que paira sobre todos esses acontecimentos.

O Natal é o convite de Deus a nós seres humanos: venham, vejam meu Filho!

O Natal também é uma ordem de Deus a nós: siga por outro caminho! O grande perigo em relação ao Natal está na tradição exterior. Brilho de luzes e cânticos de Natal não fazem o Natal. Ele somente torna-se uma festa verdadeira se encontrarmos Jesus de verdade e se por meio disso ocorrer uma mudança no rumo da nossa vida. O encontro com Jesus abre os nossos ouvidos interiores para a exigência do Altíssimo: siga por outro caminho! Estamos dispostos a obedecer ao que Deus nos ordena?

O Natal apesar de ter se tornado uma data extremamente comercial, é um dia de confraternização entre as pessoas, dia de reencontro com aquelas pessoas que a tempo não víamos.  Acredito que seja um dia para esquecermos da famosa troca de presentes, a beleza das ruas iluminadas, o que iremos comer neste dia… Porque não importa que classe social ocupamos, que religião escolhemos, somos todos filhos de um mesmo Deus, e por conseqüência irmãos. Natal é a data para lembrarmos o nascimento, a vida e os ensinamentos de Jesus.

Se reencontre com ele, e siga por outro caminho!!!!

Feliz Natal a todos e muita paz em todas as famílias!!!

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